Ordem e (o atraso do) Progresso
Ler o texto de Braulio Tavares, indicado pelo querido Márcio Roberto Soares Ferreira Júnior, levou-me a divagar e imaginar os custos sociais da nossa sub-cidadania. Daqueles que não dispõem de privilégios ou, tampouco, das garantias do Estado democrático. Os de "habitus" precário como define Jessé Souza. Isto fez-me associar a uma imagem, que circula na internet, da escultura do dinamarquês Jens Galschiot. A opulência e o imobilismo "gorduroso" de uma Justiça custeada, - "carregada" -, por cidadãos famélicos de comida e de direitos.


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